segunda-feira




bonjour madame

domingo



estou de volta, sempre meu leãozinho



quarta-feira





tenho que apanhar ar fresco. apetece-me arroz com atum.




segunda-feira

deve haver um bilião mais um de pessoas que têm a vida completamente virada de pernas para o ar e numa merda, mas neste momento, acho que tenho direito a 3 minutos e meio de desespero, tristeza, ódio e raiva.

sexta-feira




quarta-feira







terça-feira







estou sintonizada




domingo


andava a saltitar de site em site e encontrei isto. Heart Umbrella - achei-lhe imensa piada, à venda aqui.

sábado








amanhã visito-te e ponto.




quarta-feira











desejo a todos um natal feliz, muito muito muito feliz passado com os que vos são mais queridos

mil miiil e um,
madu

segunda-feira








i hope you know you can still trust me







20.12.09

domingo











está um bocado de frio, ou é só impressão minha?








quinta-feira









yesterday you told me about how blue was the sky.








terça-feira








and I miss you
 more than I should
more than I could










segunda-feira


domingo









o amor é um lugar estranho



sábado




Dezembro, 4



terça-feira


quinta-feira


quarta-feira



expectante ou não, aqui estou

terça-feira



pode ser que talvez hoje
pode ser, talvez amanhã

sábado


sexta-feira


quinta-feira





let's get lost


terça-feira

Amanhã a minha mummy mais querida do mundo faz anos! gosto mil de ti mãe







decidi postar na véspera, já que no dia de anos das gémeas o que aconteceu foi que não houve tempo absolutamente nenhum para  nada.

domingo

I can't get to bed

But I'm really tired

The things in my head

You used to admire

In your sundrenched world

It couldn't be worse

Don't bother asking

And here comes the nerves

While I'm trying to bask

In your sundrenched world



I'm talking to you

But you're not listening

I don't know what to do

My heart is blistering

Writing this song

Tell me I'm not wrong



I close up my mouth

When you're around now

Suffocating in doubt

I can't make a sound

In your sundrenched world

I always wanted to be

The one you looked to

For the answers in me

I'm the one who took you

To your sundrenched world



I'm talking to you

But you're not listening

I don't know what to do

My heart is blistering

Writing this song

Tell me I belong


quarta-feira






jane birkin

hoje, menos pesada.




domingo













sexta-feira







talvez me ajudasse a refrescar as ideias






quarta-feira



sei que não sou uma pessoa gira, muito diferente ou sequer com um encanto pessoal, mas até sei de quem me ache um bocado querida. acho que não faz muito mal, continuo a ter as pessoas que mais me dizem, trago-as sempre perto,aqui. sei que sou um bocado estranha, calada e tímida, e que por mim passava sempre despercebida, mas às vezes gostava que fosse fácil gostar de mim.

sábado




Onde andas tu minha Mar?








sexta-feira


está frio, muito frio. tanto que os meus lábios estão roxos, muito roxos.

quinta-feira


 julgo sinceramente que há quem pense que sou uma máquina - à notória falta de coração. eu digo ser antes recheio de defeitos e contradições

segunda-feira

amanhã é terça e as terças são boas. as terças têm almoço com a Mar e passeio pelo rato até ao meu adorado curso de desenho. Amanhã é terça e por isso a madu está feliz.









tuesdays' rock!

sábado


gosto de sonhar

quinta-feira




segunda-feira





e amanhã é o dia. esperei-te toda a semana, querida terça.

domingo





a noite acalma-me e, por alguma razão, desenhar deixa-me sempre acordada.

quarta-feira

o estômago andava às voltas e assim que me vi fora do carro, depois de hora e meia de trânsito para ir do lumiar à calçada da estrela, debati-me o mais que pude contra vento e chuva. anexo a, anexo a, repito para dentro. som engraçado, e a porta abre-se. passos largos no escuro,  umas escadinhas vermelhas indicavam o caminho. muito boa tarde, cumprimentou-me a rapariga que combinava um tímido e simpático sorriso com umas calças bastante giras. o pai falou, a rapariga falou - continuou a tagarelice. finalmente decide-se - filha, vejo que estás inteira e bem entregue, boa sorte- um beijinho. circundo a secretária. o soalho de madeira, pintalgado de mil tons, portas brancas abertas que covidam a procura a salas arejadas, um ambiente de sotão, refúgio de artistas. espreito, um rapaz às riscas de olhar observador, senhora de meia idade. devo entrar, esperar pelo professor com os meus novos colegas. mais duas raparigas no canto, camisola azul forte e umas madeixas, outra senta-se encolhida no chão muito branca toda de preto. boa tarde, consigo dizer, ao qual me responde afavelmente o rapaz às riscas sentado no banco. troca o apoio do pé, e lança-se descontraidamente ao aroma que vem do jardim. arranjo uma cadeira, pouso o bloco, a mala. pano de fundo - por do sol, crepúsculo, a luz bate nos ramos, nas vidraças escancaradas, recorta a silhueta do único prédio. sala de tecto alto, vigas que descem onde encaixam pastas de trabalhos, estante de metal carrega o peso de inúmeras caixas de material, paredes brancas de cal, um espelho engraçado.
a porta range suave, personagem alto, magro apresenta-se como nosso professor - é apenas um jovem poeta que também pinta. rosto agradável, óculos, e riscas desta vez laranjas, compõem o visual. desculpa-se pela falta de jeito com as palavras, quando começarmos a trabalhar de certeza que nos daremos bem, admite com um sorriso que foje. ah é verdade, sou o daniel, umas quantas palavras sobre o curso e pede-nos os nomes. francisco, diz o rapaz às riscas, segue-se a ana félij - belo timbre, falsete; franzo o sobrolho, sou eu, madalena - uff que nao repetiram helena, é o que me vale. márcia, julgo eu e a marta. é ainda o álvaro que entrou sem que eu desse conta, tio sorridente de camisa às riscas azuis e brancas, desta vez verticais. daniel, o professor, aponta uma tábuas, começamos a montar as mesas para depois nos sentarmos à volta. de tábuas e lápis em punho. nem sei como, pergunto, susurro sem hesitações, para o outro canto do estirador, não queres uma das minhas folhas, sorriso aberto, olhos grandes, o francisco agradece-me convictamente mas que já se arranjou, que o jovem professor não se zanga. estranho a minha atitude, costumo ser tão reservada, penso; ele parece concordar e mostra-me um sorriso embaraçado. presto atenção - daniel trouxe lenha, e o exercícico requer em que desenhemos os vários toros, desenhando-os recorrendo à memória do toque, do que é senti-los como se os percorressemos com o dedo, limitando-nos a observar meticulosamente cada pormenor das suas silhuetas sem nunca olhar para o papel. desenho cego, diriam alguns, remata. concordamos com a cabeça, que percebemos o exercicio. mãos ao trabalho,  afundamo-nos nos pensamentos, na tranquilidade, na paz, percorremos lentamente silhueta a silhueta, demoramos nos pormenores. horas de esticar as pernas, diz o professor. observo-os a decidir o rumo. as duas raparigas encostam-se à janela, olhando para o céu já escuro; olha que estranho, não te cheira a caril? arrumo a cadeira, sigo pelo corredor e espreito para a minha sala preferida - a dos cavaletes; também andas em pintura? - pergunta ana félij ao francisco. a conversa não é contigo madu; volto à sala e percorro as etiquetas das várias pastas - manuel pinho, maria costa, maria francisca, e logo me lembro da minha pequenina, meu pintainho, que iria adorar estar ali; segue-se o pedro ramos, carlos santos, isabel silveira.
volto ao corredor, álvaro bebe de um café que preparou, daniel e ana félij encostados a uma parede ouvem francisco que conta: estou nesta escola à 2, 3 anos, ando na faculdade a tirar arquitectura, este curso desanuvia-me totalmente a cabeça, faz-me muito bem. sorrio, tem ar de quem é muito bom amigo.
está na hora de voltar, diz daniel, regressando à sala. o exercicio é o mesmo, apenas com novos objectos. mergulho nas voltas e reviravoltas do meu pulso, linhas que me embalam para lá e para cá. inspiro o ar fresco que vem da noite lisboeta, sabe tão bem estar ali, encontro, refúgio, terapia de artistas.

sexta-feira

já iam a tempo de aprender que se não atendo o telefone, telemóvel ou raio que o parta, é mesmo porque não quero. estou chateada, triste, indiferente, e por isso não quero mesmo atendê-lo. sim, é para ti,  pessoa teimosa e surpreendentemente irritante que está aí por trás, não tentes outra vez. não queiras que o atenda. esquece, larga e deixa respirar quem precisa. eu hei-de voltar. mas agora não.

quinta-feira

olhou, mas não viu. continuou, não parou. passos ouvem-se. tac tac tac tac tac. cores quais setas, feixes de luz trespassam-me. não sinto o céu, não sinto o chão. reflexos. tac tac tac tac. o toque dos dedos gelados na testa.



agora respiro. acordo

segunda-feira


a vida anda realmente atarefada. prometo voltar o mais depressa possivel. até lá, peço paciência.

quinta-feira


a arte é a minha

                  terapia.

sábado




apeteceu-me quebrar a regra, que assim fosse. bem, assim vai ser.

segunda-feira

há medida que as horas passam

o estômago aperta cada vez mais, e mais e mais.

quinta-feira

hoje fico-me por aqui.

sábado

sem tocar com os pés no chão, deslizo para a cama. ouço-te então. faz calor, mas puxo os lençóis - quero o quente. assobias, forte. abraço a minha almofada e encosto a cabeça. está escuro. fecho os olhos - hoje sei que vai ser fácil, sinto-o. adormece-me, meu vento.

quinta-feira

pois é, se há uma coisa da qual não abdico é uma
bela de uma bolacha de aveia do Ikea
molhada no leite bem frio

quarta-feira

Hoje estou.. inconstante.

segunda-feira

Coragem - penso. Coragem . A palma da mão apoia-se no queixo, indecisão - sinto os maxilares cerrarem. Vou impedir-me de desistir, isto não pode continuar assim - é ponto assente. Não me podes tirar o que é meu sem pedir, sem olhar para trás. Não a minha última paixão. Ligeiro sorriso, a medo.


A mão encontra facilmente o lápis, carrego o sobrolho e inspiro. Coragem, madu, tu consegues.

paixão. ansiedade. medo

sexta-feira

perguntava-me do que gosto

Desenhar,


Literatura,


viagens,


chocolate,


ser saudável,


portas brancas,


abraços,


moda,


sentir o sol,


encostar-me a qualquer coisa quando estou de pé,


o riso da minha mãe quando diz que sou dela, e só muito dela,


verão,


saladas,


melancia,


música,


teatros,


maçãs verdes,


arte,


esculturas na areia,


andar de bicicleta,


fotografias,


ser mais baixa ou mais alta que alguém,


porridge,


um bom livro,


o meu dia de anos deitada sozinha na areia quente,


esparregado,


bilhetes de comboio,


gelatina de maracujá,


tarte de maçã,


cartas,


pincéis,


cinema,


acordar cedo,


barrigas lisas,


as rugas de rir - e só de rir - da minha avó,


girassol,


ver e ouvir tocar piano,


fantoches,


vinis,


mochilas de campismo,


sentir-me protegida,


estrelas,


camisas,


lavar os dentes enquanto passeio pela casa,


caixas de recordações,


areia,


2 cavalos vermelho descapotável,


o meu urso branco,


pés bronzeados,


organização e arrumação,


terra-cota,


o cartucho das castanhas assadas,


papoilas,


observar,


homens sensíveis,


cadernos bonitos,


chá,


filmes,


o meu quarto,


encharpes,


lapiseiras,


chapéus de palha,


histórias,


mulheres com garra,


vogue,


mantas,


lábios bonitos,


flor de cerejeira,


os meus amigos essenciais,


recortes,


reflectir,


cor de coral,


cheiro a eucalipto,


sardas,


cenoura meia cozida,


compreensão,


ver dançar,


o meu coelho,


casacos macios,


belas artes,


mantas,


sombras,


cavalos,


ganchos,


sentir paixão por algo,


andar depressa,


por e nascer do sol,


escadotes,


azulejos,


copos altos,


dicionários,


quadros,


pão quente,


chuva de estrelas,


rir para o tecto,


cassetes,


Londres,


casas acolhedoras,


cintos,


colchões fofinhos,


relva verde,


solidão em doses limitadas,


molduras,


baloiços,


vestidos brancos,


pulsos fininhos,


álbuns de fotografias,


monumentos,


jogging,


iogurte de manga,


bilhetinhos,


ter companhia,


noites de verão,


sentir o vento a bater-me na cara


velas,


sorrir na rua,


inspirar fundo,


campo,


intimidade,


pele bronzeada,


exposições,


Grécia,


sentar-me no chão,


cabelos perfumados,


lençóis macios,


experimentar novas receitas,


lareiras,


mãos frias ou mãos quentes,


chegar sempre a tempo,


ingenuidade,


fontes,


sofás que afundam,


terraços,


cozinhar,


calma,


despertadores antigos,


andar descalça,


clássico,


all bran,


lua cheia,


pestanas bonitas,


arroz,


fazer compras,


crianças,


beje,


amigos,


triciclos,


cantar,


a minha praia,


baguetes,


sossego,


posturas direitas,


relógios e perfumes de homem,


ténis verdes,


ensinar,


preto,


outono,


fazer festinhas,


França,


apoiar a cara na palma da mão,


cadeiras de baloiço,


sopa,


ouvir,


branco,


arco-íris,


o meu urso branco,


serenidade,


verde seco,


olhos risonhos,


sinceridade,


nuvens brancas,


gabardines


adormecer a ouvir a chuva,


fazer listas,


aprender,


subir escadas,


almoçar no sofá,

segunda-feira

Há coisas que não mudam. Vou lembrar-me de ti, do que fazíamos juntos. Vou sorrir-te desejando que tudo fosse igual, que mudasse este sítio onde estamos, que começasse tudo de novo. Vou lembrar-me desses teus lábios salgados, do teu rápido olhar pelo canto do olho, do teu escuro cabelo em desalinho. Cabelo escuro em desalinho, perfeitamente despenteado. Vou lembrar-me sorrindo, da tua pele bronzeada pelo sol, das minhas sardas salpicadas pela cara. Nós, como baunilha e chocolate. Há coisas que não mudam,



ou corrijo, há coisas que não se esquecem.












I JUST HATE IT







quarta-feira


OOOOOOoooooooo, sexta vou para o algarveeeeeeeee

segunda-feira



Fazes-me falta, querida Mar.

sexta-feira

Só queria voltar a estar contigo, mas parece que já nem isso é possível. Já não estás aqui - mas eu alimentava-me de esperanças. Já não estás aqui há muito tempo, e sei que não vais voltar.

terça-feira

Não é preciso explicar. Ambas sabemos, melhor que nada. Melhor que ninguém.

Pensei isto encolhida na cadeira branca da tua cozinha muito fresca, muito branca enquanto te olhava a beber o teu chá de rosas e a rir ao mesmo tempo que me cantavas mais uma música da Pocahontas. Conheço-te desde sempre pequenina, não há nada a explicar. O tempo é relativo. O tempo não existe e é só uma maneira estúpida que alguém inventou para contar, dizes tu. Os teus olhos sorriem-me. Sabes que mais? Tens tanta, e toda a razão. Hoje penso que não podia concordar melhor. E alivia-me. Hoje penso e alivio só pensar que te descobri.

sexta-feira

1997

São tantas as saudades minha "Mananês"

terça-feira


Estou mesmo aqui, mas ainda assim não me vês

sábado

1



P.S o computador estraga um bocadinho

sexta-feira

para mim é como uma lufada de ar fresco logo pela manhã
Já devia ter postado isto há mais tempo:)

quarta-feira

Já não vejo a hora de aí chegar.

sábado

Como era dos meus 1.30m de altura

Paulo VI
Ano lectivo 1999/2000 Sala 8
"Posso mostrar algo que me faz sentir bem"
A tenda dos índios. Fico uma índia, e eu gosto de brincar aos índios.
22.10.99

"Posso falar-te de algo que me faz sentir bem"
Sinto-me bem na casa da minha prima Marta. Ela tem um beliche e eu gosto. Não posso dormir por cima porque sou pequenina, posso cair nas escadas. Gostava mais lá porque podia tocar no tecto. Os gelados são frescos e eu gosto, muito.
9.11.99

"Posso contar-vos um pensamento agradável acerca de fazer algo com a plasticina."
Fiz uma bola. Posso jogar ao quente e ao frio. Vou fazer uma chucha por causa das minhas irmãs.
15.11.99

"Posso contar-vos um pensamento agradável acerca de algo que faço no infantário"
Gosto de andar no recreio quando é Primavera. Gosto de apanhar as flores que estão na relva.
30.11.99

"Posso dizer o teu nome"
É bom saberem o meu nome, senão só me diziam "olha" e não sabiam o nome.
10.01.2000

"Posso fazer uma coisa boa"
É bom dar abraços. O pai quando chega dá beijinhos na bochecha ou uma festa na cabeça, a mãe abraça e a Chila dá beijinhos. Se não houvesse coisas boas para fazer aos outros como era? Se houvesse só estalos as pessoas podiam ficar magoadas.
24.01.2000

"Posso mostrar como fiz uma coisa boa"
Uma amiga minha não tem irmãos e às vezes fica triste e eu vou logo brincar com ela. Ela fica contente.
25.02.2000

"Posso contar-vos acerca de uma coisa que me faz sentir bem."
A casinha de madeira porque lá podemos brincar aos pais e às mães. Eu sou a mãe porque se faz o que queremos. O baloiço também é bom porque podemos ver lá do alto. Gosto dessa impressão.
13.03.2000

"Posso contar-vos acerca de uma pessoa que me faz sentir bem"
A prima Janeca. Está sempre a brincar comigo. Eu às vezes vou lá a casa e faço muitos muitos desenhos. Às vezes os pais como não podem brincar, brincamos com os amigos. A tia também é importante. É médica e trata de mim. Um dia tive muita tosse e ela é que tratou de mim"
22.03.2000

"Posso contar-vos acerca de um local que me faz sentir bem"
A casa da prima Janeca, é grande. Há lá dois sítios especiais: o quintal e a sala que é muito gira! Eu gosto do quintal porque lá têm um cão de verdade que é o "Senão". A sala é fofinha e tem sofás quentinhos e fofinhos daqueles que afundam.
27.03.2000

"Posso contar-vos acerca da maneira como faço para me sentir bem"
Desenhos, faço desenhos. Também vejo livros. Os livros têm muitas imagens giras e bonecos que eu gosto.
31.03.2000

"Posso contar-vos um pensamento agradável acerca de algo que sabe bem"
Batatas fritas. Umas que só a minha avó é que faz. As da minha avó são como se fossem uma lua.
03.04.2000

"Posso contar-vos um pensamento agradável acerca de algo que cheira bem"
O meu champô só para cabelos loiros. Sinto esse cheiro quando estou a tomar banho e a mãe esfrega a cabeça. É complicado dizer o que é o cheiro.
05.04.2000

"Posso contar-vos um pensamento agradável acerca de algo que me agrada ouvir"
A minha mãe a chamar-me. Eu gosto de lhe fazer favores. Ela chama para eu ir dar a toalha ao pai, quando ela não pode. Às vezes também me chama para eu ir ao pé das manas quando estão a fazer birras e a chorar. Quando me vêm, começam-se a rir para mim"
10.04.2000



sexta-feira

Before sunset
P.S: desculpem a má qualidade, mas prefiro assim a legendas em japonês