domingo

não acredito que ainda não o vi!! rrhghgbgr

dores de estômago, outra veez

sábado



uau, hoje cheirou-me a primavera :)






que dia bom. acordar sábado de manhã com um sol brilhante para pedalar até ao campo grande, claro que a mãe não aguenta sem dar um saltinho ao horto - voltamos de flores rosas e brancas nas traseiras das biciletes. ouço jazz, curiosas espreitamos o jardim do museu da cidade que inaugurava uma exposição da bordalo pinheiro com a nossa artista joana vasconselos - tudo pipi e nós de fato de treino (a mãe parecia uma tolinha, com o seu ar desenpoeirado, passeando-se de flores às costas que espreitavam da mochila). vou ainda ao ginásio, a pequenina vem comigo, toda contente por assitir a uma aula. que dia bom. gosto tanto de falar contigo ao telefone, M, é que eu não gosto mesmo nada de falar ou telefone, mas contigo é na verdade um prazer.estudo um bocadinho de gd, como nao podia deixar de ser, e agora vou pular para junto da minha mummy querida, meninas das mil flores, deitar-me com ela a ver televisão, enquanto que adormece.


sexta-feira

sabe-me bem, isto de andar sozinha na rua de noite, com frio. é o meu tempo

quinta-feira


OHH PARABÉNNS! eu sabia que hoje havia uma coisa que não estava a encaixar, que faltava.
tenho muitas saudades destes gémeos tótós, enfim. foi um bom verão, 2008 :) dos melhores - e cresci tanto desde lá, que nem estou a acreditar.

gosto tanto de vocês,

quarta-feira






e digam-me lá - é possivel passar a ter menos 2 cm em tudo quanto é bom não ter como por exemplo, coxas (não há uma vez que diga isto sem pensar em frangos! bah) e ancas e ter aumentado a massa gorda? eu achava que não, mas aparentemente é, e esquesito também. enfim, agora cuida-te madu que para o mês que vem se vê,


e estou feliz na mesma!:)

terça-feira

quando anoitecer,
o encontro fica marcado
entre o calor do escurecer
és o meu sonho traçado

da querida Luisinha

TERÇA-FEIRA


ou aqui


são tão parvos mas cantam mesmoo bem. segundas com a L. e o F., how i met your mother, parvoice e sushi à mistura

segunda-feira




bonjour madame

domingo



estou de volta, sempre meu leãozinho



quarta-feira





tenho que apanhar ar fresco. apetece-me arroz com atum.




segunda-feira

deve haver um bilião mais um de pessoas que têm a vida completamente virada de pernas para o ar e numa merda, mas neste momento, acho que tenho direito a 3 minutos e meio de desespero, tristeza, ódio e raiva.

sexta-feira




quarta-feira







terça-feira







estou sintonizada




domingo


andava a saltitar de site em site e encontrei isto. Heart Umbrella - achei-lhe imensa piada, à venda aqui.

sábado








amanhã visito-te e ponto.




quarta-feira











desejo a todos um natal feliz, muito muito muito feliz passado com os que vos são mais queridos

mil miiil e um,
madu

segunda-feira








i hope you know you can still trust me







20.12.09

domingo











está um bocado de frio, ou é só impressão minha?








quinta-feira









yesterday you told me about how blue was the sky.








terça-feira








and I miss you
 more than I should
more than I could










segunda-feira


domingo









o amor é um lugar estranho



sábado




Dezembro, 4



terça-feira


quinta-feira


quarta-feira



expectante ou não, aqui estou

terça-feira



pode ser que talvez hoje
pode ser, talvez amanhã

sábado


sexta-feira


quinta-feira





let's get lost


terça-feira

Amanhã a minha mummy mais querida do mundo faz anos! gosto mil de ti mãe







decidi postar na véspera, já que no dia de anos das gémeas o que aconteceu foi que não houve tempo absolutamente nenhum para  nada.

domingo

I can't get to bed

But I'm really tired

The things in my head

You used to admire

In your sundrenched world

It couldn't be worse

Don't bother asking

And here comes the nerves

While I'm trying to bask

In your sundrenched world



I'm talking to you

But you're not listening

I don't know what to do

My heart is blistering

Writing this song

Tell me I'm not wrong



I close up my mouth

When you're around now

Suffocating in doubt

I can't make a sound

In your sundrenched world

I always wanted to be

The one you looked to

For the answers in me

I'm the one who took you

To your sundrenched world



I'm talking to you

But you're not listening

I don't know what to do

My heart is blistering

Writing this song

Tell me I belong


quarta-feira






jane birkin

hoje, menos pesada.




domingo













sexta-feira







talvez me ajudasse a refrescar as ideias






quarta-feira



sei que não sou uma pessoa gira, muito diferente ou sequer com um encanto pessoal, mas até sei de quem me ache um bocado querida. acho que não faz muito mal, continuo a ter as pessoas que mais me dizem, trago-as sempre perto,aqui. sei que sou um bocado estranha, calada e tímida, e que por mim passava sempre despercebida, mas às vezes gostava que fosse fácil gostar de mim.

sábado




Onde andas tu minha Mar?








sexta-feira


está frio, muito frio. tanto que os meus lábios estão roxos, muito roxos.

quinta-feira


 julgo sinceramente que há quem pense que sou uma máquina - à notória falta de coração. eu digo ser antes recheio de defeitos e contradições

segunda-feira

amanhã é terça e as terças são boas. as terças têm almoço com a Mar e passeio pelo rato até ao meu adorado curso de desenho. Amanhã é terça e por isso a madu está feliz.









tuesdays' rock!

sábado


gosto de sonhar

quinta-feira




segunda-feira





e amanhã é o dia. esperei-te toda a semana, querida terça.

domingo





a noite acalma-me e, por alguma razão, desenhar deixa-me sempre acordada.

quarta-feira

o estômago andava às voltas e assim que me vi fora do carro, depois de hora e meia de trânsito para ir do lumiar à calçada da estrela, debati-me o mais que pude contra vento e chuva. anexo a, anexo a, repito para dentro. som engraçado, e a porta abre-se. passos largos no escuro,  umas escadinhas vermelhas indicavam o caminho. muito boa tarde, cumprimentou-me a rapariga que combinava um tímido e simpático sorriso com umas calças bastante giras. o pai falou, a rapariga falou - continuou a tagarelice. finalmente decide-se - filha, vejo que estás inteira e bem entregue, boa sorte- um beijinho. circundo a secretária. o soalho de madeira, pintalgado de mil tons, portas brancas abertas que covidam a procura a salas arejadas, um ambiente de sotão, refúgio de artistas. espreito, um rapaz às riscas de olhar observador, senhora de meia idade. devo entrar, esperar pelo professor com os meus novos colegas. mais duas raparigas no canto, camisola azul forte e umas madeixas, outra senta-se encolhida no chão muito branca toda de preto. boa tarde, consigo dizer, ao qual me responde afavelmente o rapaz às riscas sentado no banco. troca o apoio do pé, e lança-se descontraidamente ao aroma que vem do jardim. arranjo uma cadeira, pouso o bloco, a mala. pano de fundo - por do sol, crepúsculo, a luz bate nos ramos, nas vidraças escancaradas, recorta a silhueta do único prédio. sala de tecto alto, vigas que descem onde encaixam pastas de trabalhos, estante de metal carrega o peso de inúmeras caixas de material, paredes brancas de cal, um espelho engraçado.
a porta range suave, personagem alto, magro apresenta-se como nosso professor - é apenas um jovem poeta que também pinta. rosto agradável, óculos, e riscas desta vez laranjas, compõem o visual. desculpa-se pela falta de jeito com as palavras, quando começarmos a trabalhar de certeza que nos daremos bem, admite com um sorriso que foje. ah é verdade, sou o daniel, umas quantas palavras sobre o curso e pede-nos os nomes. francisco, diz o rapaz às riscas, segue-se a ana félij - belo timbre, falsete; franzo o sobrolho, sou eu, madalena - uff que nao repetiram helena, é o que me vale. márcia, julgo eu e a marta. é ainda o álvaro que entrou sem que eu desse conta, tio sorridente de camisa às riscas azuis e brancas, desta vez verticais. daniel, o professor, aponta uma tábuas, começamos a montar as mesas para depois nos sentarmos à volta. de tábuas e lápis em punho. nem sei como, pergunto, susurro sem hesitações, para o outro canto do estirador, não queres uma das minhas folhas, sorriso aberto, olhos grandes, o francisco agradece-me convictamente mas que já se arranjou, que o jovem professor não se zanga. estranho a minha atitude, costumo ser tão reservada, penso; ele parece concordar e mostra-me um sorriso embaraçado. presto atenção - daniel trouxe lenha, e o exercícico requer em que desenhemos os vários toros, desenhando-os recorrendo à memória do toque, do que é senti-los como se os percorressemos com o dedo, limitando-nos a observar meticulosamente cada pormenor das suas silhuetas sem nunca olhar para o papel. desenho cego, diriam alguns, remata. concordamos com a cabeça, que percebemos o exercicio. mãos ao trabalho,  afundamo-nos nos pensamentos, na tranquilidade, na paz, percorremos lentamente silhueta a silhueta, demoramos nos pormenores. horas de esticar as pernas, diz o professor. observo-os a decidir o rumo. as duas raparigas encostam-se à janela, olhando para o céu já escuro; olha que estranho, não te cheira a caril? arrumo a cadeira, sigo pelo corredor e espreito para a minha sala preferida - a dos cavaletes; também andas em pintura? - pergunta ana félij ao francisco. a conversa não é contigo madu; volto à sala e percorro as etiquetas das várias pastas - manuel pinho, maria costa, maria francisca, e logo me lembro da minha pequenina, meu pintainho, que iria adorar estar ali; segue-se o pedro ramos, carlos santos, isabel silveira.
volto ao corredor, álvaro bebe de um café que preparou, daniel e ana félij encostados a uma parede ouvem francisco que conta: estou nesta escola à 2, 3 anos, ando na faculdade a tirar arquitectura, este curso desanuvia-me totalmente a cabeça, faz-me muito bem. sorrio, tem ar de quem é muito bom amigo.
está na hora de voltar, diz daniel, regressando à sala. o exercicio é o mesmo, apenas com novos objectos. mergulho nas voltas e reviravoltas do meu pulso, linhas que me embalam para lá e para cá. inspiro o ar fresco que vem da noite lisboeta, sabe tão bem estar ali, encontro, refúgio, terapia de artistas.

sexta-feira

já iam a tempo de aprender que se não atendo o telefone, telemóvel ou raio que o parta, é mesmo porque não quero. estou chateada, triste, indiferente, e por isso não quero mesmo atendê-lo. sim, é para ti,  pessoa teimosa e surpreendentemente irritante que está aí por trás, não tentes outra vez. não queiras que o atenda. esquece, larga e deixa respirar quem precisa. eu hei-de voltar. mas agora não.

quinta-feira

olhou, mas não viu. continuou, não parou. passos ouvem-se. tac tac tac tac tac. cores quais setas, feixes de luz trespassam-me. não sinto o céu, não sinto o chão. reflexos. tac tac tac tac. o toque dos dedos gelados na testa.



agora respiro. acordo